"> Dois dos assaltantes do micro-ônibus de Tutóia são mortos e os outros dois já estão presos. Veja o caso! - Blog Neto Pimentel

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Dois dos assaltantes do micro-ônibus de Tutóia são mortos e os outros dois já estão presos. Veja o caso!

  
Agora já são dois assaltantes presos e dois mortos em confronto com Policiais. No inicio da tarde de ontem (05), um dos assaltantes envolvidos no assalto a um micro-ônibus que faz linha da cidade de Tutoia para São Luís, tombou em confronto com Policiais Militares, segundo informações colhidas pelo Blog Sala Vipp junto aos Policiais Militares que estão atendendo a ocorrência, um dos assaltantes, Lenílson da Silva Rodrigues, de 19 anos de idade, morador da cidade de Vargem Grande, já está preso na cidade de São Benedito. O outro, conhecido com Alex, morreu em confronto com a polícia. Ele seria morador da cidade de Vargem Grande. O corpo já encontra-se no necrotério.

O assaltante preso confessou a morte do taxista, onde hoje pela manhã fretaram o taxi no povoado entroncamento, município de Itapecuru, e seguiram sentido Chapadinha. Moradores do povoado Campo Grande, zona rural de Vargem Grande encontraram o corpo do Taxista identificado como Antônio Celso Bezerra Linhares de 48 anos de idade que foi vitima da quadrilha.

Antonio foi rendido hoje pelo quarteto e depois assassinado. O carro da vitima foi usado durante a realização do assalto que aconteceu hoje pela manhã no trecho da MA 230 nas proximidades do povoado Olho d'água, onde quatro elementos  pararam o veículo anunciando a ação criminosa, levaram pertences de passageiros e agrediram o motorista com coronhadas de revolver na cabeça.

O último envolvido no latrocínio do taxista Antônio Celso Bezerra Linhares, que residia em Itapecuru-Mirim, foi morto por populares na madrugada desta terça-feira (06) em São Benedito do Rio Preto. Com isso, dos quatro membros da facção criminosa, dois foram presos e dois morreram

A polícia militar localizou o corpo e foi informada pelos outros criminosos presos de que se tratava de um elemento conhecido apenas como Rodrigo Manga Rosa, residente em São Luís.
Informações de Alpanir Mesquita e William Fernandes 

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