"> Remédio que foi negado ao povo está vencido - Blog Neto Pimentel

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Remédio que foi negado ao povo está vencido



Remédios da Farmácia Básica de Araioses deixados pela administração passada estão quase todos vencidos. A maior parte deles é para controlar a pressão.

Foi difícil a vida do araiosense que precisou do serviço médico da prefeitura araiosense na gestão de Luciana Trinta. Encontrar um médico para consultar no hospital dela não era tarefa fácil e quando isso acontecia, o paciente saía com a consulta na mão e tinha que se virar para comprar remédio, pois na Farmácia Básica de Araioses, quase sempre o “não tinha” era a resposta.


Metildopa para controlar a pressão vencido desde abril de 2012.

O remédio comprado com recursos federais tinha que se entregue a esses pacientes, pois quem procurava o Hospital Regional de propriedade da prefeita, eram pessoas humildes que não tinha condições de comprar os medicamentos. Quem tinha melhor poder aquisitivo procurava, por conta própria, o atendimento médico particular em Araioses ou em Parnaíba. Todos sabem que uma das primeiras medidas da ex-prefeita foi fechar o Hospital Maternidade Nossa Senhora da Conceição, única casa de saúde do povo de Araioses.


Estrado para armazenar remédios está vazio.

Quantos hipertensos, entre eles os mais pobres possíveis, ao longo desses quatro anos ficaram sem os remédios obrigatórios? Quantas vezes essa situação de abandono não foi denunciada no rádio? Eram muito comuns as queixas da população pela falta de remédio na farmácia do povo.

E agora podemos dizer e provar que remédios tinham, apenas não eram doados a quem deles precisava. Hoje (08) quando uma equipe da prefeitura comandada pelo enfermeiro do município Davi Pimentel abriu a Farmácia Básica de Araioses, que funcionava em um imóvel na Av. Paulo Ramos, encontraram lá pouquíssimos remédios em condições de uso, porém foi encontrado remédios com data de validade vencida, entre eles muitos para hipertensos e até anestésicos para cirurgias.


Até reagentes para Raio X encontrados na Farmácia Básica de Araioses estão vencidos.

Para se ter uma ideia, segundo o enfermeiro Davi Pimentel, as 100 caixas de Metildopa (40 caixas de 500 mg e 60 caixas de 250 mg) juntas num total de 50 mil comprimidos davam

para atender 70 hipertensos durante um ano. No entanto esses medicamentos como não foram usados quando deviam – e muitas pessoas dependeram deles – agora vão ter como destino o fogo, pois desde março e abril do ano passado estão vencidos.

É de causar náuseas e revolta o conhecimento de tão brutal crime feito aos doentes carentes de Araioses pela administração, que graças a Deus e ao povo já se foi. Os remédios estavam lá, mas eram negados a quem deles precisava. Não foram comprados com o dinheiro de Luciana Trinta e sim com o dinheiro do povo. Não era favor entregá-los ao e sim obrigação.

No galpão onde estavam esses medicamentos as prateleiras estão vazias e um fato que chamou atenção foi uma grande quantidade de máscaras cirúrgicas na parte de trás do imóvel. Para que tanta máscara cirúrgica, se mesmo que a ex-prefeita ficasse mais uns dez anos na prefeitura nunca seriam todas utilizadas? Faz lembrar a grande quantidade de placas de isopor encontradas em um depósito da Gonçalves Dias ontem pela mesma equipe de Prefeitura (reveja).

Quanta maldade, quanta falta de respeito ao povo araiosense por parte de Luciana Trinta! O pesadelo terminou, mas todo cuidado é pouco. A hora é de aproveitar o momento e manter a união junto aos novos administradores para que esse passado vergonhoso não se repita.

Luciana Trinta não volta mais é o que todos dizem, porém os coveiros de Araioses que não são poucos e estão vivos e muito vivos estão prontos para dar o bote. Que a estrela de Manin Leal, líder maior do grupo continue brilhando.



Enquanto uma prateleira com remédios ainda dentro da validade está praticamente vazia, outra tem milhares de máscaras cirúrgicas, que não estavam sendo utilizadas.

FONTE: BLOG DO DABY SANTOS

Nenhum comentário:

Postar um comentário